Quito – vulcões no centro do mundo

 

Quando ir: o ano todo. Preferencialmente de junho a setembro, na estação seca.

 

Quantos dias ficar: 3 ou 4 para conhecer os principais pontos turísticos na cidade e ao seu redor.

 

Como chegar: como capital do país, Quito está ligado às demais regiões por ônibus, que saem do terminal Quitumbe. Mas os ônibus de viagem do Equador são diferentes dos outros países. Quase todas as empresas oferecem serviços iguais, sem muita comodidade e com várias partidas durante o dia, sem venda de bilhetes pela internet.  

A cidade tem um aeroporto que recebe voos internacionais e fica bem distante. De lá, pegue o ônibus para o terminal Rio Coca. Do terminal há opções de linhas de ônibus que vão parando em estações.

 

O que fazer: passear pelo centro histórico, subir no vulcão Cotopaxi, ir de teleférico ao vulcão Pichincha, visitar a lagoa do vulcão Quilotoa, conhecer a Mitad del Mundo, passear de noite pela Plaza Foch. 

 

Onde ficar: no centro ou em La Mariscal, a área mais agitada.

 

Transporte: a cidade tem muito trânsito praticamente sempre. Há um sistema bem prático de ônibus que seguem linhas principais e vão parando em estações. Para entrar na estação é necessário pagar com moeda, que pode ser trocada na hora.

 

Comida: no Equador também se come arroz e feijão, mas a culinária é bem focada nas carnes. Tive um pouco de dificuldade de comer vegetariano por Quito.

 

Dinheiro: no Equador se utiliza o dólar, a moeda dos Estados Unidos mesmo. É mais vantajoso já viajar com dólares do que deixar para trocar reais lá. Eles utilizam também suas próprias moedas valendo como dólares, mas elas não são válidas no resto do mundo. É comum não aceitarem notas de 50 ou 100. Em La Mariscal há várias opções de casas de câmbio na Av. Amazonas. Não encontrei muitos lugares que aceitassem cartão de crédito no país.

 

Altitude: Quito está 2850m acima do nível do mar. Não é uma altura tão grande, mas faz a cidade ter um clima ameno fresco.

 

              

          Para conhecer o centro histórico de Quito, caminhe pelos monumentos ao redor da Plaza Grande e pelas ruazinhas estreitas até a Basílica (igreja neogótica de arquitetura incrível). Outro passeio é subir de teleférico até o topo do Vulcão Pichincha, um dos muitos que rodeiam a cidade. De noite, aproveite para passear pela Plaza Foch, cheia de bares restaurantes e baladas, que ficam lotados de turistas e equatorianos também.

 

 

 

          Fora da cidade também estão muitos atrativos da região, que podem ser visitados de forma independente ou com tours guiados. Como a ciudad Mitad del Mundo, por onde passa a linha do Equador que divide os hemisférios norte e sul.

          Um passeio imperdível nos arredores de Quito é para o vulcão Cotopaxi. Eu fiz um tour de um dia que

 saiu da cidade bem cedo. Paramos para tomar um café da manhã caprichado e seguimos de van até o estacionamento do vulcão, de onde caminhamos até um refúgio. A vista é muito linda, mas a altitude dificulta bastante a subida e o clima também não ajudou, com vento forte e muita neve, que batia na nossa cara e parecia que ia rasgar a pele. No refúgio dá para tomar alguma coisa e se esquentar. Depois, quem se anima pode seguir por um caminho um pouco mais difícil até próximo de um glaciar. Voltamos um trecho de van e depois pegamos bicicletas para descer o resto do caminho por uma paisagem lindíssima e agora com sol. Na volta ainda paramos para almoçar. Esse tour pode ser conciliado para em um dia só conhecer também o vulcão Quilotoa, que tem um lago em sua cratera. Mas deixe um dia para cada vulcão para aproveita-los melhor.

 

 

 

 

 

 

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