Copacabana e Isla del Sol

 

Quando ir: durante o ano todo, mas de preferência no inverno, pois no verão há grandes chances de chuva.

 

Quantos dias ficar: 2.

 

Como chegar: de ônibus desde La Paz há muitas opções para Copacabana, a viagem dura 3h e atravessa um braço do Lago Titicaca de balsa. O barco entre Copacabana e Isla del Sol vai e volta poucas vezes por dia e demora 2h.

 

O que fazer: subir nos mirantes “horca del inca” e Cerro Calvario, navegar pelo Lago Titicaca, visitar a Isla del Sol.

 

Onde ficar: pela avenida 6 de agosto ou ao redor do lago, em Copacabana. Ou na parte sul da Isla del Sol.

 

Comida: na Bolívia a alimentação é bem focada nos vegetais, foi fácil achar refeições veganas, comi várias sopas de legumes deliciosas.

 

Dinheiro: troque seus reais por “bolivianos” em La Paz ou outra cidade grande antes de ir a Copacabana, para evitar o câmbio ruim da cidadezinha turística. Cartões de crédito dificilmente são aceitos.

 

Clima: sempre fresco, com a temperatura por volta dos 10°C.

 

Altitude: o Titicaca é o lago navegável mais alto do mundo. Copacabana fica bem acima do nível do mar, para não ter problemas com a altitude pegue leve nas atividades físicas e aproveite para tomar o chá de coca.

 

          Copacabana e a Isla del Sol se destacam por suas belezas naturais e por serem o berço do povo inca. A ilha é o lugar sagrado onde nasceu a população que iria se espalhar por toda a região. Diferentes povos viveram e vivem até hoje de forma humilde por ali, preservando construções arqueológicas e plantando em terraças.

          A cidadezinha de Copacabana tem como seu maior atrativo a vista para o lago Titicaca. De seus dois lados saem trilhas para diferentes mirantes. À esquerda fica a “horca del Inca” e à direita o Cerro Calvario, com uma subida mais pesada.

          O passeio de barco pelo lago Titicaca até a Isla del Sol é lindo e longo. Quem vai na parte externa superior tem uma vista privilegiada, mas precisa encarar o vento frio. Chegando à ilha, se deixe ser guiado pelas ruínas por um morador local, para conhecer sua rica cultura e história.

 

 

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